Sexta-feira, Dezembro 11, 2009

Retrospectiva 2009

Mais um ano chegando ao fim...e eu venho pensando muito em tudo que aconteceu de bom e de ruim em 2009. A verdade é que os últimos anos tem sido anos de grandes mudanças na minha vida (a começar pelo divórcio). Anos em que estou aprendendo a largar de lado o passado e deixá-lo onde ele deveria estar: no passado. Hora de sacodir a poeira e seguir em frente, sem medo de ser feliz! Nem sempre tem sido fácil, alguns dias ainda sou tomada por uma tristeza infinita e uma vontade de voltar lá atrás e mudar algumas escolhas. Mas logo depois penso: são estas escolhas e erros do passado que fizeram de mim a pessoa que sou hoje. Então tento me convencer de que a gente sempre faz escolhas com base no que sabemos naquele dado momento. E que essas escolhas sempre são adequados para o momento em questão (mais tarde a gente pode até mudar de idéia). Parece simples mas não é...De resto, todo mundo comete erros, o importante é o que a gente aprende com deles...Desconfio que o primeiro passo seja aprender a perdoar a si mesmo - no meu caso, um processo bastante lento. O resto vem depois.

No final das contas, já posso dizer que 2009 foi um ano bom. E se teve um lado ruim, certamente foi por conta dos problemas de saúde (com operação em abril e um longo período de recuperação). No mais, foi um ano em que as coisas começaram a entrar nos eixos e eu consegui retomar - pouco a pouco e um dia de cada vez - o controle da minha vida. Ainda há um longo caminho a ser trilhado, ainda há muitas coisas a serem alcançadas mas sinto que estou na direção certa e isso é o que conta!

No aspecto profissional, foi o ano da virada, um ano de novos começos e novos desafios. Em plena recessão mundial (e nem a Holanda escapou), fui obrigada a deixar as traduções de lado e consegui um estágio em uma área que nunca tinha trabalhado antes mas que tenho gostado cada vez mais. Trabalhar com imigrantes aqui na Holanda (no meu caso como assistente em sala de aula) é muito interessante e tenho aprendido mais a cada dia que passa. E pressinto que nos próximos anos eu vá entrar cada vez mais neste setor de assistência social e serviços comunitários. Não especificamente em sala de aula (como tenho feito neste estágio) mas em diversos projetos na comunidade. Trabalho é o que não falta neste setor aqui na Holanda, onde há muitas fundações e instituições interculturais.

No aspecto emocional, foi um ano de mais certezas do que dúvidas, de mais tranquilidade do que ansiedade, de mais momentos bons do que ruins. Foi um ano em que a PAIXÃO deu lugar pro AMOR e isso é muito bom. Porque o amor pode não ser tudo nesta vida mas sem dúvida é uma das coisas mais importantes...Enfim, mais um ano prestes a acabar e eu cansada, mas feliz. Que venha 2010!


Quinta-feira, Dezembro 10, 2009

E os dezembros, que fazem de nós?

Para que serve um ano? Senão para acrescentar um ano a mais? Ou para dizermos, quando chega dezembro, que este passou mais rápido que o outro. Qual outro? Foram tantos.

De quê serve um ano, se não para as crianças avançarem para dentro da realidade? Em passos lentos no começo, como se a infância fosse um pântano espesso e pegajoso, que as amarra pela cintura e, por mais que caminhem, papai noel teima em existir. Depois, quando vão se desprendendo do visgo, os passos são mais rápidos, e elas caminham mais a cada ano. Até que serão céticas, e um céu laranja não mais espanta. Então dirão, sem susto, que o ano passou depressa.

Para que servem doze meses? Se em um dia tudo pode acontecer? Se a vida pode mudar sem promessas, sem planos, sem sete ondas? Em plena quarta-feira. Uma quarta-feira é como um julho. Está no meio, e nem ao menos tem o atenuante das férias. Uma quarta-feira é onde a semana nos prende, e nos mantém distantes da praia virgem da segunda, e do porto alegre da sexta. Quartas-feiras nos afogam. Julhos nos redimem. E os dezembros, que fazem de nós?

Nos lançam na esperança de que janeiro será melhor. Um recomeço. A crise vem, mas estaremos descansados. Prontos para o que der e fevereiro. O carnaval, saudoso dos tempos irresponsáveis do recesso coletivo. O carnaval-revival das festas em família e dos votos de prosperidade. O último respiro antes do mergulho nas águas de março e de cotidiano.

De que vale o fim do ano? Serve para fazer balanço de vida e ficar feliz? Feliz porque se tudo está bom, congratulações. E se tudo está ruim, teremos logo um janeiro por perto, cheio de mudanças e novos rumos. Janeiro é mês de toma-jeito. Pau que nasce torto, em janeiro se endireita.

Será? O que pode um mês? Agosto pode pouco. Tem muito vento, é indeciso, tem dia 13. Setembro fez nascer meu amor. Depois um outro, uma rosa. Julho me fez inteiro. Me deu vida, me deu filha. Me fez leão. Dane-se a gramática, cada um que invente o calendário.

Meu ano começa hoje. Hoje que você me lê. Hoje que uma ponte de silêncio se fez entre a minha solidão e a sua. É triste? Não é. Seremos sós. Seremos nós mesmos, sozinhos. Ninguém vive senão nós. É triste? Não pode. Ser triste é inventar mal a vida.

Aproveitemos dezembro, aproveitemos hoje, para inventarmos tudo. Janeiro é se a gente quiser. Janeiro é todo dia. Janeiro já passou. Janeiro é a surpresa. Janeiro – assim como a infância – volta. É para isso que serve o ano.




............................................................................................................
PS. Texto original de André Laurentino, do blog Caderno de Vidro. Porque afinal é dezembro e eu adoraria ter escrito essas palavras...Dezembro é hora de fazer revisão de mais um ano. De somar e subtrair cuidadosamente ganhos e perdas, alegrias e tristezas. De redefinir prioridades e de agradecer as benções recebidas. E acima de tudo, hora de torcer que o próximo ano traga ainda mais benções para nossas vidas. Amém!

Segunda-feira, Dezembro 07, 2009

She Loves You, yeah yeah yeah...


Ontem finalmente assisti com F. Across the Universe, filme que há tempos queria conferir. Na verdade, dei o DVD de presente pro F. porque ele ama os Beatles então achei que seria um presente legal. E acertei em cheio: ele cantou junto com todas as músicas, do início ao fim do filme! Em suma, um filme altamente recomendado pra os fãs da banda inglesa. E também pra quem gosta de um bom filme musical.

O filme dividiu os críticos porque em vez contar uma estória usando um roteiro tradicional, Across the Universe não conta estória nenhuma e sim reúne imagens e músicas dos Beatles sob o pano de fundo dos conturbados anos 70 (contracultura, Guerra do Vietnã, luta pelos direitos civis, etc). Diga-se de passagem, um período fascinante (eu admito que gostaria de ter vivido nesta época) e já muitas vezes retratado no cinema - inclusive no recente Taking Woodstock de Ang Lee, que preciso assistir urgentemente! Só que em Across the Universe o personagem principal são as músicas propriamente ditas - o período é apenas o pano de fundo. O resultado é uma explosão visual de cores e imagens psicodélicas que em alguns momentos me fez lembrar Moulin Rouge, em outros o clássico Hair e em outros ainda Trainspotting... (na singela opinião de uma adoradora da sétima arte).

Enfim, uma aventura visual fascinante. E acima de tudo, uma bela homenagem à obra de uma das maiores bandas do planeta. Confiram!

Terça-feira, Dezembro 01, 2009

Inspiração para os dias de inverno

Tenho uma lista de desejos na Amazon.co.uk e aos poucos tenho conseguido comprar os livros que tanto me trazem inspiração nos últimos tempos. De dois anos pra cá, não apenas me aprofundei no scrapbooking (embora ainda tenha muito a aprender) como minha criatividade tem aumentado a cada dia. Só não sou mais criativa por falta de tempo, modéstia à parte! Minha preferência tem ido para os mini-albuns, além dos belos journals (diários onde você pode colar ilustrações e fotos, fazer anotações e tudo o mais que sua imaginação permitir).

Ontem à noite, por exemplo, sentei na mesa da cozinha e em duas horas transformei um livrinho de cartolina comum daqueles que você compra nessas dollar shop por um dólar - no meu caso, um livrinho do Gato de Botas com ilustrações horrorosas pedindo para ser alterado - neste livrinho das fotos aqui embaixo. As ilustrações eu roubei da Flow, uma de minhas revistas favoritas aqui da Holanda (e que por si só já tem sido uma enorme fonte de inspiração). E o resultado: my very own book! A idéia para este projeto eu tirei do livro Decorative Journals, título que recomendo a todas scrappers de plantão, principalmente aquelas que se interessam por altered art, como eu.





Sexta-feira, Novembro 27, 2009

Um brinde aos bons e velhos amigos

Se tem coisa melhor do que fazer novas amizades é manter as antigas. Apesar do tempo e da distância, apesar da correria absurda que é a nossa vida moderna. Esta semana um amigo de quem guardo lembranças muito especiais reapareceu na minha vida através de um e-mail na minha caixa de correio. Um simples e-mail foi o suficiente pra confimar novamente o que eu sempre soube. Amizade de verdade é encontro de almas. É sentimento que a gente não explica (e desde quando sentimento se explica?). Amizade assim supera o tempo e a distância. Nós nos conhecemos nos tempos em que eu ainda fazia faculdade e ele se mudou de Juiz de Fora para o Rio. A gente passava horas conversando nos bares e botecos, bebia muitas cervejas (e às vezes sangria). A gente brigava e depois fazia as pazes. Entre muitas aventuras e desventuras, viajamos juntos pra Ouro Preto, que continua sendo uma das minhas cidades brasileiras favoritas. E ele veio me visitar aqui em Amsterdã, bem verdade que há mais de 10 anos então está na hora de me visitar de novo.

E eu digo e repito: amizades assim fazem a vida valer a pena, ainda mais quando se mora no exterior. Eu moro fora há mais de 15 anos e meus amigos do Brasil continuam sendo meus amigos. Alguns também saíram do país, uns saíram e voltaram, uns casaram, outros separaram, uns tiveram filhos. Enfim, life happens. E sim, muita gente passou na minha vida nesses anos todos, mas os amigos que eram amigos de verdade continuam sendo amigos hoje. E isso é um grande consolo em tempos de redes virtuais, twitter e o escambau.

O resto é conversa furada.

Feirão de livros

E ontem começou o Boekenfestijn, evento anual aqui no Centro de Convenções RAI. Um dia de sonhos para ratas de livraria como eu. Ainda mais porque não pude ir nos dois últimos anos, então me esbaldei com a quantidade de títulos à venda. Livros para todos os gostos, desde livros infantis, até romances em holandês e inglês, livros sobre arte, cinema, culinária, guias de viagem, como criar animais de estimação, etc etc etc. Tudo com descontos de 50% ou mais!!! Ou seja, não dá pra não ficar contente!

Como há três anos atrás, fui com a Anna, que além de blogueira também é rata de livraria como eu. Só sei que a tarde passou rápido e lá se foram 4 horas perambulando pelos estandes de livros. Saí com 10 livros e mais algum material de scrapbooking como fibras e papel para cartões, que eu nem esperava encontrar por lá. 5 livros para mim, 3 livros pro meu filho - um atlas infantil com muitas fotos e imagens, um dicionário de holandês especial para alunos de 7a e 8a série e um livro belíssimo sobre uma expedição à Floresta Amazônica (que ele ainda vai conhecer com o pai, podem ter certeza disso). Trouxe ainda 1 livro pro namorido e 1 livro pro ex-marido porque daqui a pouco é natal, hehehe. Em suma, valeu muito a pena. Ano que vem quero ir de novo!

Terça-feira, Novembro 24, 2009

O bom e velho Woody Allen




Fim-de-semana passado consegui assistir ao novo filme do Woody Allen. O filme pode não ser um daqueles clássicos indispensáveis - e não é mesmo - mas é muito bom e eu dei muitas risadas (Cinema é a Maior Diversão). O roteiro contém tudo (ou quase tudo) que caracteriza uma obra de Woody Allen. Ou seja: tudo aquilo que seus fãs apreciam e continuam apreciando ao longo de décadas.

Mas é claro, vai ter sempre aquele crítico de cinema (um frustrado que não conseguiu se tornar cineasta e teve de se conformar em escrever sobre os filmes dos outros) que vai dizer que o filme é fraco, que o roteiro não chega a lugar nenhum, que o filme está mais pra sitcom do que pra cinema propriamente dito. Li ontem mesmo uma crítica assim. Felizmente nunca dei muita bola pra críticos de cinema...

Whatever Works é um filme típico do diretor, então não digam que não avisei. O protagonista é uma caricatura de intelectual misantropo, neurótico e claro, hipocondríaco. Em suma, um daqueles personagens que Woody Allen sabe criar como ninguém. E também o alterego do diretor, como fica óbvio logo nos primeiros diálogos.

Acima de tudo, um personagem que sofre mas que também sabe rir da sua própria dor. Um personagem que intercala tiradas típicas de um intelectual pessimista (e judeu, rsrsrsrs) com tiradas hilárias ao estilo sitcom (como o crítico frustrado fez questão de apontar).

Ah sim...e a mensagem no final do filme é muito, mas muito, verdadeira. Whatever works. Confiram vocês mesmos.

Quinta-feira, Novembro 19, 2009

For Mac lovers only



PS. For my favorite computer freak and of course, Mac nerd ;-)

Terça-feira, Novembro 17, 2009

Um escritor egípcio

Acabei de ler Chicago, o segundo romance de Alaa Al Aswany, um dos mais badalados escritores egípcios da atualidade (seu debut literário The Yacoubian Building obteve sucesso estrondoso de crítica). Alaa Al Aswany é bestseller tanto no próprio Egito como no Oriente Médio, EUA e Europa. Ou seja, não é pouca coisa! O livro é muito bom, embora eu tenha algumas críticas a fazer...A começar pela escolha infeliz da capa da edição inglesa, que faz lembrar os romances de chicklit. E acaba atraindo o leitor errado (talvez essa tenha sido a idéia por trás da capa, o que eu considero uma estratégia de marketing lamentável).

Anyway, o livro lida com vários temas pós-9/11 e é composto por estórias interconectadas (em capítulos intercalados). Os personagens são estudantes e professores universitários que, num dado momento, decidiram trocar seu país de origem (Egito) pelos EUA. Embora o centro de todas as estórias seja o campus da Universidade de Chicago, há inúmeras referências à situação esconômica e política do Egito (pobreza, corrupção, tortura...temas infelizmente bastante familiares de nós brasileiros). O que inevitavelmente me fez lembrar outro livro que eu também comentei e recomendei por aqui: The White Tiger.

Outros temas presentes são - como não podia deixar de ser em uma estória de imigrantes - a dificuldade de adaptação, choque cultural, racismo, etc. Racismo que, diga-se de passagem, só aumentou depois de 9/11. Há também abuso de drogas, impotência sexual e suicídio. Em suma, um livro recheado de temas polêmicos, sendo que o ponto fraco é justamente o excesso de temas. Na minha singela opinião, o autor poderia ter limitado a temática e desenvolvido melhor alguns personagens e enredo. Mas não deixa de ser uma boa leitura. Em outras palavras: vale a pena conferir!

Quinta-feira, Novembro 12, 2009

Listinha: 5 coisas

5 COISAS QUE EU SEMPRE ACREDITEI E CONTINUO ACREDITANDO
  • Amigos verdadeiros são jóias preciosas.
  • Seja autêntico. Seja sempre você mesmo, apesar de tudo e de todos.
  • Não tenha medo de correr riscos. Quem não arrisca, não petisca (já dizia minha mãe).
  • Não tenha medo de mudar. Mudanças fazem parte da vida, quer você queira ou não.
  • O que é seu ninguém tira. E não tira mesmo!

5 COISAS QUE EU NÃO ACREDITAVA ANTES, E HOJE ACREDITO
  • A gente sempre pode mudar alguma coisa. Nem que seja a nós mesmos.
  • Nunca diga que não vai fazer algo de jeito nenhum. Você pode acabar mordendo a língua!
  • Tudo na vida passa. Tudo mesmo.
  • A morte é a única certeza que temos nesta vida.
  • Less is More.


5 COISAS QUE EU ACREDITAVA ANTES, E HOJE NÃO ACREDITO MAIS

  • O ser humano é essencialmente bom.
  • Não tem como as coisas darem errado se uma pessoa for esforçada.
  • A gente só ama de verdade uma vez na vida.
  • Meus amigos sabem como eu sou (se fosse assim eu nunca teria de me explicar e a vida seria sem complicações)...
  • Amigo que é amigo de verdade não magoa a gente (magoa sim, porque somos humanos).


5 COISAS QUE EU DEVERIA ACREDITAR, MAS NÃO CONSIGO

  • Dinheiro não traz felicidade (experimenta ser pobre).
  • Aqui se faz, aqui se paga (se fosse assim não haveria tanta injustiça neste mundo).
  • Basta a gente querer algo de verdade pra conseguir...querer é poder, mas nem sempre (e tem gente que nasceu com a bunda virada pra lua).
  • O amor vence todos os obstáculos (tá, e eu acredito no Papai Noel).
  • A gente pode planejar tudo nesta vida...Pode não! E tem mais: muitas vezes as melhores coisas que acontecem são aquelas que não planejamos.



PS. Não é meme mas os amigos blogueiros podem copiar à vontade.

Starbucks!

Depois de várias filiais em Londres e Paris, finalmente abriu em Amsterdã a segunda filial da famosa cadeia americana Starbucks. A primeira filial já existe há algum tempo pra quem passa pelo aeroporto internacional Schiphol. E esta segunda não poderia ser num lugar mais apropriado, pelo menos para mim: na Central Station! A loja é meio pequena, abriu há uma semana e tem fila todos os dias...Eu não resisti e ontem fui lá provar os famosos cafés. Escolhi uma das edições especiais de natal, o Toffee Nut Latte e não me arrependi...delicioso mesmo! Da próxima vez pretendo provar os outros sabores de inverno. E como sou gulosa, pra acompanhar pedi ainda um blueberry muffin - na velha tradição americana. E que, diga-se de passagem, me fez lembrar o filme My Blueberry Nights, rsrsrsrs.




PS. Detalhe é que já tem Starbucks no Rio, São Paulo e até Campinas e eu não sabia!!! Só descobri agora neste site. Lerda, eu...

Segunda-feira, Novembro 09, 2009

Terror clássico





Aproveitando que o F. tinha copiado vários filmes pra nossa maratona de Halloween, assistimos este fim-de-semana mais dois clássicos do cinema de horror: The Omen (1976) e The Legend of Hell House (1973). The Omen é provavelmente um dos mais conhecidos e também um dos melhores filmes de terror que assisti. Não fica devendo nada a clássicos como Rosemary´s Baby de Polanski (1968) e The Shining (1980). Mas na minha opinião perde pro The Exorcist (1973), que continua sendo o filme mais assustador que já vi (eu sou impressionável então já viu...). Já Legend of Hell House reúne em uma daquelas típicas mansões mal-assombradas um grupo formado por um cientista e sua esposa, uma médium e o único sobrevivente da última visita à mansão.

Mas já vou avisando que não sou expert em filmes de terror, então se alguém tiver dicas eu agradeço!